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segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Dois tesouros: o chamado e um presente sem igual, a salvação. Felicidades a todos por mais um ano de vida


Nos planos de Deus você estava, assim também esta escrito no livro de um dos profetas da Bíblia, o Profeta Jeremias.  A prova que somos arquitetados por Deus ainda no ventre materno, é registrada também nesse escrito sagrado. 

                  "Antes de formá-lo no ventre eu o escolhi; antes de você nascer, eu o separei"...

Deus te escolheu para um propósito aqui na terra. Sabemos que muitos obstáculos teremos que rompê-los, enfrenta-los, combatê-los. Mas sem determinação, ânimo, perseverança, não conseguiremos prosseguir nessa longa jornada.

Que a Graça de Deus esteja vívida a cada momento de nossas vidas, vale a pena lutar, honrar aquele que vós escolheu e vos nomeou para dar frutos. Ele é quem garante o progresso e resultado desse esforço. 

Mais um ano de vida Deus lhes permite, que a graça e a misericórdia permaneça sobre a sua vida todos os dias. 

                      "... alegrai-vos antes por estarem os vossos nomes escritos nos céus."

Um tesouro maior lhe espera, o mestre Jesus advertiu a seus discípulos para não se alegrarem simplesmente por verem sinais miraculosos e maravilhas através da virtude de sua graça em suas vidas. Mas mostrou-lhes um tesouro maior, uma dadiva, uma recompensa sem igual, maior que todos os bens desta vida. 

A Salvação eterna.


Felicidades por mais um ano de vida.

Para minha irmã Priscila e todos os aniversariantes. 
Uma forma de demonstrar nosso reconhecimento e consideração a todos irmãos e amigos do Blog, Obrigado aos novos parceiros que fizeram login e estão junto conosco.  Deus abençoe a todos. Deixem seus endereços de sites e blogs para acompanharmos.

ATT: BLOG 1000NOTICIAS                 

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Terra a vista


Massacraram os nativos, cortaram nossas árvores, exploraram nosso chão. Viram que nessa terra, a do pau-brasil, tinha muito valor. Chicotearam os explorados escravos, bateram em suas faces, viraram-lhes a cara. Sem dó feriram nossas terras, em busca de lucros, não respeitaram nossos limites, tiraram as flechas dos armados indígenas, derrubaram suas ocas, tiraram seu sossego.

Bruscamente, em nome da religião, dominaram, alegaram blasfêmia. Tiraram proveito dos mais fracos,  a sociedade se escondia, com medo dos aterrorizantes lobos.

Não respeitaram essa terra. Comeram do fruto aqui plantado, esperdiçaram e jogaram fora, vendiam nossos tesouros, extrapolaram com a espada. Derramaram sangue inocente.

Implantaram aqui suas monarquias, seus interesses predominaram, suas ordens é a que prevalecia.
Negociaram nossos recursos. Fizeram de tudo para monopolizar. Triste raízes, muitas ficaram até hoje.

Vendem, privatizam nosso patrimônio, pagamos dobrado por isso. Contas de água, energia, telefones, a metade dos gastos é provenientes de impostos para os cofres públicos. Em troca disso, corrupção e desprezo, visto nas filas da saúde, no fraco sistema de ensino que eles oferecem, nas ruas esburacadas, nos péssimos serviços prestados.

Quem manda são os caciques, não os indígenas. Os gigantes admiram essa terra, ficam de olho em nossas exuberantes florestas tropicais,  querem recursos naturais:  petróleo, grandes áreas para suas industrias,       na verdade, o que vale é a moeda, quem tem?


Afinal, a terra é a vista.












(Ramon Alves)

sábado, 21 de setembro de 2013

Escola que chora



Minhas paredes estão molhadas, as pingueiras dos temporais me adentraram
apareceram-me umas fendas, aquilo que  chamam de rachão, são vários.
Por fora elogiam-me, aparecia impecável, tintas boas, vidros novos, que bela!

Salas espaçosas já fecharam, ouvi-se dizer que oferecem perigo, os quadros mofaram,
outros caíram, espatifados e aglomerados esperam ser removidos dos cantos.
A reforma dos laboratórios tão desejados pelos alunos, nunca termina, só boatos.

Aparelhos da avançada tecnologia não os vejo em funcionamento, até a net deixa a desejar, foi-se a rede. Falta merenda, material pros alunos trabalharem, desse jeito não dar.

Os banheiros aguardam concertos, não tem portas, as torneiras fingem estar ali, só enfeites.
Não dar pra ver um documentário, as tvs, os projetores estão cheios de teias das aranhazinhas, aquela das pernas longas.

Escuta-se que não tem ensinadores, os matriculados frequentadores retornam para seus caminhos de volta. É sempre assim. Por quê? Por quê?

Quando essa triste realidade do meu Brasil vai se findar?
Grande nação, precisa de progresso!

Só lamentos!

(Ramon Alves)